
Um mês após o decreto do início da quarentena, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo-MG), se prepara para flexibilizar, aos poucos, as medidas de isolamento criadas por conta da pandemia do novo coronavírus e que prevê uma reativação gradual, segura e criteriosa da economia em Minas.
A flexibilização se dará de forma responsável, dada a autonomia dos municípios, observando o impacto das medidas no sistema de saúde.
A retomada funcionará seguindo os seguintes tópicos:
- Retomada gradual e progressiva
- Possibilidade de regressão em caso de dados adversos
- Tomada de decisão setorial e regional (por macro região de saúde)
- Embasada em critérios e dados epidemiológicos e
- Monitoramento constante.
A liberação será feita por meio de protocolos gerais (para empregadores, trabalhadores e cidadãos) e protocolos específicos ( para cada perfil de empresas).
O Estado estruturou uma matriz, agrupando os setores em ondas. Os setores serão agrupados, sendo priorizados a partir do alto impacto econômico e do baixo impacto no sistema de saúde.
Neste plano estão inclusos o funcionamento das atividades essenciais ( onda 0), como hipermercado, farmácias e drogarias, posto de gasolina, supermercados e afins.
Na chamada onda 1, a liberação do grupo de empresas de baixo risco, estão listados alguns serviços como : lojas de móveis e colchões, pet shop e lojas de variedades.
Na onda 2, Liberação do grupo de empresas de médio risco, estão hotéis, lojas de departamento ou magazine e lojas de eletrodomésticos, áudio e vídeo.
E na onda 3, Liberação do grupo de empresas de alto risco, estão cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza, bancas de jornais e revistas e varejistas e outros artigos usados.
Todas as listagens ainda estão sujeitas a finalização dos estudos técnicos.
Confira abaixo o documento na íntegra







